Piscina com muito cloro: conheça os danos para a saúde e como solucioná-los

Quem não gosta de se banhar em uma piscina límpida e refrescante? Entretanto, para que ela tenha esse estado, é preciso que a água passe por alguns tratamentos, sendo o que é realizado com cloretos um dos mais populares. Entretanto, é preciso que esse produto seja dosado de maneira correta, uma vez que piscina com muito cloro pode provocar alguns problemas.

Leia este artigo até o final e descubra o que o excesso desse composto pode provocar. Boa leitura!

O que é e como funciona o tratamento com cloro?

Apesar de existirem outras soluções mais eficientes, o cloro ainda é o tratamento mais usado para manter piscinas ou spas livres de microrganismos danosos à saúde. A sua eficiência se deve à dissolução dos cloretos em hipoclorito (OCl) e em ácido hipocloroso (HOCl), os quais são substâncias que atacam os lipídios de bactérias e de fungos, matando-os em questão de horas.

Para que o hipoclorito e o ácido hipocloroso possam trabalhar de maneira eficiente, é necessário que o pH da piscina esteja próximo de 7,2. Caso ele esteja mais alto, a formação ocorrerá mais lentamente, fazendo com que o cloro demore mais para fazer a desinfecção da piscina.

Agora, se a água da piscina já tiver uma concentração em excesso desses componentes, eles poderão reagir com a urina, com o suor ou com outros tipos de matéria orgânica. Essa combinação gera uma substância que apresenta forte cheiro de cloro e que não apresenta propriedades esterilizantes.

Nessa situação, muitas pessoas acreditam que a piscina esteja com excesso de cloro. Contudo, é justamente o contrário, pois, quando se sente um forte odor desse composto, isso quer dizer que a água possui um baixo nível de OCl e de HOCl.

Por isso, é fundamental realizar um acompanhamento para que se consiga manter um bom nível dessa substância. Dessa forma, será possível manter a água da piscina limpa e saudável para diversas atividades em família.

Quais são os problemas causados por piscina com muito cloro?

Assim como qualquer elemento químico, para que o seu uso possa ser saudável, a aplicação do cloro nas piscinasdeverá ser feita de maneira e em dosagens corretas. Em excesso, esse composto pode provocar reações adversas nos usuários.

Os sintomas mais comuns da intoxicação de cloro são:

  • irritação nos olhos, na pele e nas mucosas com sensação de queimadura;
  • vermelhidão na pele;
  • vômitos e náuseas;
  • queimação na garganta;
  • dificuldades na respirar;
  • dores na região torácica.

Quais são os níveis ideais de cloro?

Para que o hipoclorito e o ácido hipocloroso possam trabalhar de maneira eficiente e sem prejudicar a saúde dos banhistas, é preciso que eles estejam em uma certa quantidade na água. Por isso, é preciso realizar alguns testes para determinar esse valor.

Logo, é preciso que essas substâncias estejam em um nível entre 1 e 3 ppm. É bom lembrar que fora desse intervalo, seja em deficiência ou em excesso, o uso da piscina poderá causar alguns transtornos.

Como não ter uma piscina com muito cloro?

Conforme já foi discutido, caso se sinta um forte cheiro de cloro proveniente da piscina, isso quer dizer que esse composto se encontra em uma quantidade inferior da recomendada. Sendo assim, será preciso acrescentar, novamente, cloro para se ter um nível adequado para o banho.

Caso haja um excesso de cloro, a piscina não exalará odores. Logo, para determinar de maneira correta quais são os índices desse elemento na água, será preciso fazer análises, sendo que a maneira mais prática é usando um kit de teste.

Caso fique constatado o excesso de cloro, para abaixá-lo, basta esvaziar parcialmente a piscina e enchê-la novamente ou usar compostos neutralizadores de cloro.

De qualquer forma, é preciso estar ciente que piscina com muito cloro pode prejudicar a saúde. Por esse motivo, é preciso ficar atento aos níveis desse composto, para que uma relaxante tarde em família não se transforme em uma visita ao hospital.

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