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5 dicas para criar o manual com regras de uso das piscinas do seu prédio

Morar em um condomínio com piscinas é uma grande vantagem, pois nos dias de calor o lazer está garantido. Porém, é preciso conviver com outras pessoas que também querem nadar e se refrescar. Por isso, para garantir a diversão e momentos relaxantes, é importante que o condomínio estabeleça regras de uso das piscinas.

Criar um manual é simples. Muitos municípios já possuem regulamentação quanto à segurança e à higiene em piscinas coletivas. Mas há outras boas práticas que não constam em nenhuma lei e que são fundamentais para  prevenir acidentes e manter a boa vizinhança também na área de lazer. Veja as nossas dicas para criar um manual para o seu prédio!

1. Horário de funcionamento das piscinas

Esse item não pode faltar. Ele é importante, pois indica o período em que há um guardião nas piscinas, quando for o caso, e que ela está limpa e pronta para o banho. Também determina um limite de horário de acordo com o por do sol, pois banhos à noite são perigosos. Além disso, essas determinações garantem a paz no condomínio em horário de silêncio.

2. Uso da ducha

O banho de ducha antes de usar as piscinas preserva a qualidade da água e a higiene. A ducha retira o suor, bactérias, urina e outros agentes contaminantes, além do excesso de protetor solar, cremes e loções, que deixam a água gordurosa e podem causar irritação nos olhos. Por isso, é importante estabelecer essa regra.

3. Cuidados com as crianças

Os cuidados com as crianças na área das piscinas nem precisavam virar regra, mas, por incrível que pareça, tem muita gente que não percebe o perigo. Crianças pequenas, mesmo que saibam nadar, só podem entrar na área acompanhadas de um adulto. A idade mínima para que entrem desacompanhadas deve ser definida pelo condomínio. Além disso, deve ser proibido correr ao redor das piscinas e usar patins, skates ou bicicletas no recinto.

4. Restrição para visitantes

Esse é um ponto que sempre gera polêmica. Quem costuma receber muitos amigos e familiares aos finais de semana ou nas férias costuma torcer o nariz para a proibição de visitantes. O tema deve ser discutido entre os condôminos, que podem adotar uma regra menos rígida, como a permissão de visitantes desde que identificados e que, claro, obedeçam ao regulamento.

5. Consumo de alimentos e bebida

Muita gente gosta de fazer um lanchinho ou tomar uma bebida na beira da piscina, não é? Entretanto, há o risco de sujar a água e a área ao redor das piscinas, de quebrar um copo no chão onde as pessoas costumam pisar descalças, etc. Por isso, o condomínio pode estabelecer a proibição do consumo ou restringir bebidas alcoólicas (pelo risco que oferecem aos banhistas), copos de vidro e, claro, de comer dentro da piscina.

Esses são apenas alguns exemplos comuns, mas o regulamento pode abranger outros itens e explicações sobre a boa utilização da área de lazer como um todo. Todas as regras de uso da piscina devem ser amplamente divulgadas e as principais, que digam respeito à segurança, devem ser fixadas por meio de cartazes na área.

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